Projetos


O Instituto Ilha do Caju Ecodesenvolvimento e Pesquisa – ICEP é uma sociedade civil sem fins lucrativos, de caráter educativo, técnico-científico e cultural, comprometido com o desenvolvimento sustentável e com a preservação ambiental da Ilha do Caju e do seu entorno, no Delta do Rio Parnaíba, bem como em outras regiões, por meio de iniciativas e ações que envolvam a comunidade, os setores técnico-científico, ambiental, educacional, público e privado.

Algumas realizações do INSTITUTO ILHA DO CAJU ECODESENVOLVIMENTO E PESQUISA – ICEP

Ações Realizadas

– Diagnóstico Ambiental da Ilha do Caju realizado em convênio com o LABOHIDRO – Laboratório de Hidrobiologia da Universidade do Estado do Maranhão – Departamento de Oceanografia e Limnologia – Prof. Dr. Marcio Costa Fernandez Vaz dos Santos – 1999 a 2000;

– Projeto Guará – 1999 – Convênio com a UFMA – Universidade Federal do Estado do Maranhão. 
Prof. Dr. Antonio Augusto Ferreira Rodrigues – Coordenador do Departamento de Aves Migratórias da UFMA Universidade Federal do Maranhão;

Foto: Chico Rasta

 Estudo do status populacional da ave denominada “Guará” (Eudocimus ruber) nos territórios da Ilha do Caju e do Cajual e de um estudo comparativo de “DNA” entre as populações de Guarás nas duas ilhas.

– RPPN ILHA DO CAJU – 102ha
Estudo ambiental necessário à obtenção do reconhecimento, pela Superitendência do IBAMA, no Estado do Maranhão, para área específica de 102 ha da Ilha do Caju, do status de Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN;

Criação de uma RPPN – Reserva Particular do Patrimônio Natural, na Ilha do Caju – a RPPN ILHA DO CAJU

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– Projeto Carnívoros – Ecologia Alimentar do Guaxinim (Procyon cancrivorus) na Ilha do Caju–MA; Convênio com a UEMA – Universidade Estadual do Estado do Maranhão 1997; Prof. Tadeu G. Oliveira/Bióloga: Narjara de Oliveira Bogea;

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– Trabalho de Prospecção de macroalgas no Delta do Rio Parnaíba
Engenheiro de Pesca – Antonio da Costa Albuquerque.

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– Membro do Conselho de Turismo do Pólo Costa do Delta – Pólos Integrados de Turismo – PRODETUR II – desde 2003;

– Parceiro do projeto “Desenvolvimento de um Plano de Gestão Participativa para a Pesca do Caranguejo-uçá, Ucides cordatus, na Área de Proteção Ambiental do Delta do Rio Parnaíba, elaborado pela EMBRAPA Meio-Norte em parceria com o CEPENE, SEBRAE, IBAMA e o Instituto Ilha do Caju Ecodesenvolvimento e Pesquisa – desde 2003;

– Membro do Conselho Consultivo da APA Delta do Parnaíba – desde 2002;

– Membro do Comitê Gestor do Pólo de Ecoturismo Delta – desde 2002;

– Membro do Conselho da RESEX DELTA DO PARNAIBA;

– Parceria com o Programa de Ecovoluntários;

– Membro da Associação Asa Branca de RPPN’s do Piauí, Ceará e Maranhão;

– Projeto Cetáceos do Maranhão – Premio AMBIENTAL VON MARTIUS categoria NATUREZA;

-Projeto Inventário Florístico da Ilha do Caju, Araioses, Estado do Maranhão 
INSTITUIÇÃO: UNIVERDSIDADES FEDERAL DO PIAUI, CAMPUS MINISTRO REIS VELLOSO, PARNAIBA-PI
EQUIPE: PROF. IVANILZA MOREIRA DE ANDRADE
ALUNA: MARIA GRACELIA PAIVA NASCIMENTO

3º lugar: A Pesca Acidental e Intencional dos Cetáceos no Litoral do Maranhão: Fonte de renda alternativa versus conservação das espécies;

– Projeto Cetaceos do Maranhao – PROCEMA – Seleção Pública 2006 patrocinado pela PETROBRAS através do Programa Petrobras Ambiental – PPA.

-Projeto de Ecoturismo na Ilha do Caju – Homem x Natureza

Projeto de Ecoturismo na ILHA DO CAJU – HOMEM X NATUREZA

O ecoturismo desenvolvido na Ilha do Caju é diferenciado, visa a conservação dos ecossistemas e é destinado a pequenos grupos de visitantes. Pela variedade de ecossistemas da Ilha, são estimuladas visitas de grupos interessados não apenas em passear, mas também em realizar estudos ecológicos sobre a região, conhecer a cultura local e as populações tradicionais.

Na Ilha é proibido a pesca predatória, a caça, o molestamento dos animais e o desmatamento.O respeito pela natureza e pelos hábitos da comunidade local são difundidos através de programas de educação ambiental e de desenvolvimento sócio-econômico sustentável.

D) Levantamento das aves da Ilha do Caju, município de Araioses, MA. Coordenador: Antonio Augusto Ferreira RodriguesDepartamento de Biologia, UFMA

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Colhereiro no Canto do Areal – Foto: Christian Knepper

O Estado do Maranhão apresenta até o momento 636 espécies de aves registradas, o que corresponde a 40% do total de espécies de aves para o Brasil (Oren 1991).

Embora o Maranhão seja extremamente importante para a avifauna, há um risco da perda de várias espécies se um rigoroso programa de conservação não for implementado com urgência (Oren 1991, este trabalho).

As espécies foram levantadas através de observações utilizando-se binóculos e através de capturas com redes de neblina (mist-nets). Dois observadores trabalharam nos levantamentos com binóculos (Antonio Augusto Ferreira Rodrigues e Carlos Martinez) no período de abril a julho de 1999.

Utilizamos chaves para observações de campo citando a sigla (AA = Antonio Augusto e CM = Carlos Martinez). As capturas foram todas realizadas por Antonio Augusto e Ana Tereza Lyra Lopes. Dados de relatórios anteriores da Ilha do Caju (autores desconhecidos), citam espécies não registradas por nós. Mantivemos as espécies na lista, utilizando a sigla RIC (Relatório Ilha do Caju). No caso de Pionopsitta barrabandi a espécie é de ocorrência do alto Amazonas, sul da Venezuela e rio Negro até o rio Madeira e norte de Mato Grosso (Sick 1997), não havendo citações para o nordeste brasileiro.

Uma lista de 119 espécies registradas até o momento encontra-se na tabela 1, onde são verificados: Família da ave, nome científico, nome vulgar, tipo de registro (O = Observado, C = Capturado) e Observador.

A avifauna da Ilha do Caju apresenta um excelente grau de conservação e um complexo de espécies pertencentes à diversos habitats, desde áreas de restinga, passando por campos alagados até áreas litorâneas com exuberantes manguezais. Esse mosaico de habitats reflete a alta diversidade de espécies de aves da região.

A manutenção dos habitats da Ilha do Caju é de fundamental importância na conservação das espécies que ali vivem. O uso da Ilha para fins de turismo ecológico deve levar em consideração a fragilidade dos ecossistemas, especialmente durante o período reprodutivo de algumas espécies como as garças, guarás, socós, etc.

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Clique para fazer o download: Levantamento de Aves

Referências Bibliográficas:
Oren, D. C. 1991. Aves do Estado do Maranhão, Brasil. Goeldiana Zool. 9: 1-55.
Sick, H. 1997. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro. Editora Nova Fronteira.

DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DA ILHA DO CAJU
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
Departamento de Oceonografia e Limnologia
Laboratório de Hidrobiologia
Diagnóstico Ambiental da Ilha do Caju
Relatório de Análise das Unidades Ambientais
Execução
Laboratório de Hidrobiologia – Labohidro
Junho – 1999

Logo final PROCEMA

PROJETO CETÁCEOS DO MARANHAO – PROCEMA

      PATROCÍNIO PETROBRAS ATRAVÉS DO PROGRAMA PETROBRAS AMBIENTAL – PPA

SELEÇÃO PÚBLICA 2006



Release PROCEMA

PROJETO CETÁCEOS DO MARANHÃO – PROCEMA, patrocinado pelo Programa Petrobras Ambiental – Seleção Pública 2006, que tem como objetivo principal avaliar a ocorrência de mamíferos (botos, baleias e golfinhos) na região e trabalhar junto às comunidades dos municípios que fazem parte da APA Delta do Parnaíba. As atividades do PROCEMA são desenvolvidas, em três linhas distintas: Monitoramento, Extensão Pesqueira e Educação Ambiental. Os monitoramentos seguem três metodologias: monitoramento de praias, onde biólogos percorrem praias do litoral dos estados do Piauí e Maranhão visando registrar o encalhe de cetáceos vivos ou mortos; monitoramento em ponto fixo realizado em duas áreas distintas, no Piauí e no Maranhão – APA Delta do Parnaíba, já identificadas como importantes áreas de observação de pequenos cetáceos; e o monitoramento através de embarques, sempre em busca de dados relativos à observação de cetáceos em ambiente natural. Na área de extensão pesqueira são obtidas informações junto aos pescadores das comunidades através de conversas informais e aplicação de questionários. O objetivo é avaliar o projeto de pesquisa, e o conhecimento empírico dos pescadores em relação aos cetáceos. Visto a importância da educação ambiental como instrumento na mudança de paradigmas, o PROCEMA/ICEP vem realizando atividades que buscam atingir alunos de todos os níveis escolares, lideranças comunitárias, formadores de opinião e outros segmentos da sociedade. Com a intenção de incrementar os conhecimentos sobre cetáceos na região, foi criado o Centro de Educação Ambiental da Vida Marinha patrocinado pelo Programa Petrobras Ambiental/PROCEMA, localizado na Ilha do Caju/MA, composto por um acervo de esqueletos de mamíferos aquáticos encalhados em praias do Delta do Parnaíba. Este centro é o maior do Nordeste em esqueletos montados em cabos de aço suspenso, onde se pode observar o esqueleto de um cachalote (Physeter macrocephalus), uma baleia-minke-anã (Balaenoptera acutorostrata), uma baleia-de-Bryde (balaenoptera edeni) e um Boto-cinza (Sotalia guianensis). Esse espaço destinado a grupos de estudantes, pesquisadores, ecoturistas e comunidades de entorno busca a sensibilização para consevação marinha do Delta do Rio Parnaíba.

urlMARANHÃO – PROCEMA, patrocinado pelo Programa Petrobras Ambiental – Seleção Pública 2006, que tem como objetivo principal avaliar a ocorrência de mamíferos (botos, baleias e golfinhos) na região e trabalhar junto às comunidades dos municípios que fazem parte da APA Delta do Parnaíba. As atividades do PROCEMA são desenvolvidas, em três linhas distintas: Monitoramento, Extensão Pesqueira e Educação Ambiental. Os monitoramentos seguem três metodologias: monitoramento de praias, onde biólogos percorrem praias do litoral dos estados do Piauí e Maranhão visando registrar o encalhe de cetáceos vivos ou mortos; monitoramento em ponto fixo realizado em duas áreas distintas, no Piauí e no Maranhao – APA Delta do Parnaíba, já identificadas como importantes áreas de observação de pequenos cetáceos; e o monitoramento através de embarques, sempre em busca de dados relativos à observação de cetáceos em ambiente natural. Na área de extensão pesqueira são obtidas informações junto aos pescadores das comunidades através de conversas informais e aplicação de questionários. O objetivo é avaliar o projeto de pesquisa, e o conhecimento empírico dos pescadores em relação aos cetáceos. Visto a importância da educação ambiental como instrumento na mudança de paradigmas, o PROCEMA/ICEP vem realizando atividades que buscam atingir alunos de todos os níveis escolares, lideranças comunitárias, formadores de opinião e outros segmentos da sociedade. Com a intenção de incrementar os conhecimentos sobre cetáceos na região, foi criado o Centro de Educação Ambiental da Vida Marinha patrocinado pelo Programa Petrobras Ambiental/PROCEMA, localizado na Ilha do Caju/MA, composto por um acervo de esqueletos de mamíferos aquáticos encalhados em praias do Delta do Parnaíba. Este centro é o maior do Nordeste em esqueletos montados em cabos de aço suspenso, onde se pode observar o esqueleto de um cachalote (Physeter macrocephalus), uma baleia-minke-anã (Balaenoptera acutorostrata), uma baleia-de-Bryde (balaenoptera edeni) e um Boto-cinza (Sotalia guianensis). Esse espaço destinado a grupos de estudantes, pesquisadores e ecoturistas.

Veja mais algumas pesquisas:

Clique para fazer o download: Diagnostico Ambiental da Ilha do Caju

Clique para fazer o download: Projeto Cetáceos do Maranhão Pesquisa Boto Cinza

Clique para fazer o download: Diversidade de cetáceos no Delta do Parnaíba ou baixe a versão completa

Clique para fazer o download: Ocorrência de Tartaruga de Couro

Clique para fazer o download: Pesquisas ICEP

cartilhaClique para fazer o download da Cartilha PROCEMA:
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4

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Conheças as atividades do PROCEMA

http://www.procema.blogspot.com.br/

http://www.procema.blogspot.com.br/

Projeto Guara

Relatório sobre as atividades de pesquisa na Ilha do Caju, Estado do Maranhão.
Coordenador:
Antonio Augusto Ferreira Rodrigues

Introdução

O guará (Eudocimus ruber) apresentava originariamente uma distribuição geográfica que abrangia desde a Colômbia ate a Ilha de Santa Catarina, principalmente ao longo das regiões litorâneas coberta por manguezais e restingas. Entretanto a distribuição atual de E. ruber encontra-se hoje praticamente restrita a metade norte da distribuição originaria, com alguns pequenos contingentes, em torno de 350 indivíduos registrados em Cubatão (SP).

No Brasil, além do pequeno núcleo de Cubatão, a distribuição atual do guará inclui as regiões de manguezal do Amapá, Pará e Maranhão, entre os estuários dos rios Oiapoque e Parnaíba. (Antas et al., 1988).

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FOTO: Christian Knepper

Na costa Norte da América do Sul, o número de colônias reprodutivas de guará tem sofrido fortes oscilações, principalmente os setores entre os estuários dos rios Orinoco, na Venezuela, e Amazonas, no Brasil. Nas áreas localizadas ao sul do rio Amazonas, as informações existentes quanto ao número de colônias reprodutivas são ainda fragmentadas.

Paul Roth (dados não publicados), Morrison et al. (1986), Teixeira e Best (1981), Rodrigues e Fernandes (1994), Rodrigues (1995). A partir do ano de 1990 (Martinez e Rodrigues 1999), acompanharam uma colônia reprodutiva na Ilha do Cajual, Alcântara – MA, através de um projeto financiado pela FAPEMA (Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Maranhão).

De uma maneira geral, o quadro atual pelo qual passa o guará, não parece satisfatório, e existem de fato, uma série de ameaças, como alteração de habitat e predação humana direta sobre os ovos, filhotes e adultos, que podem comprometer a médio prazo a continuidade destas colônias. Considerando que as populações de E. ruber ao longo das costas maranhense e paraense ainda contam com alguns milhares de aves.

(Rodrigues e Fernandez, 1991; Rodrigues, 1991), o seu estado de conservação é aparentemente bom quando comparado com a extinção quase total das populações do Sul-Sudeste do Brasil. Hoje o guará consta na lista do IBAMA como espécie ameaçada de extinção sendo protegido por lei (Portaria 3.481- DN, 31 de maio de 1973). É importante ressaltar que todas as espécies de aves com reprodução colonial são protegidas por lei (Portaria 5.197, Artigo 1, 03 de janeiro de 1967). Para desenvolver uma estratégia de conservação tecnicamente correta é preciso em primeiro lugar conhecer da maneiram mais aproximada possível o estado presente de conservação da população a manejar, bem como dados referentes a ecologia e biologia da espécie. O censo completo da população de E. ruber na Ilha do Caju e Ilha do Cajual permitirá conhecer melhor essas populações nas duas áreas.

Com os estudos sobre a biologia reprodutiva, migração e análise de DNA, será possível delimitar posteriormente as necessidades destas populações, assim como conhecer quais núcleos populacionais de guarás forneceriam um suporte suficiente para um manejo através da extração de indivíduos, visando a reintrodução da espécie em algumas localidades onde a espécie ocorria no passado.

O presente projeto visa o censo completo das populações reprodutivas de E. ruber na Ilha do Caju e na Ilha do Cajual, bem como um estudo sobre a biologia reprodutiva e DNA das duas populações.

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Foto Chico Rasta

Área de estudo

Duas localidades foram selecionadas para o estudo das populações de E. ruber. A primeira Ilha do Caju (2° 44’ S e 42° 2’ W), situa-se no município de Araioses – MA, no Delta do rio Parnaíba. A vegetação da Ilha é um mosaico formado por vários elementos: campos abertos (extensos juncais), mata de restinga e mangue (bs. pess.).

A segunda, Ilha do Cajual (2° 26’ S e 44° 30’ W) situa-se no município de Alcântara, no interior do Golfão Maranhense. A Ilha faz parte de uma grande formação costeira denominada Reentrâncias Maranhenses. No seu interior encontra-se vegetação de terra firme (Restinga, mata) e campos, entretanto, a ilha se caracteriza especialmente pela grande extensão de manguezais que circunda e extensivas áreas de lama expostas durante a baixa-mar, ambiente ideal para alimentação do E. ruber.

Metodologia

Os censos populacionais terrestres de E. ruber na Ilha do caju foram feitos em agosto de 1999. Sobrevoos na área foram realizados no final de abril como objetivo de se detectar populações reprodutivas.

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FOTO: Christian Knepper

O acesso ao ninhal na Ilha do caju foi feito a cavalo. O ninhal foi construído sobre vegetação na encosta de uma lagoa . Foram capturados 36 filhotes , postos em sacos de pano para a realização dos trabalhos de biometria (medida de bico e peso e extração de sangue para analise de DNA Para se ter uma ideia aproximada do numero de posturas de E. ruber na Ilha do Caju, um dos membros da equipe contou o numero de ovos contidos em alguns ninhos.

Na Ilha do Cajual, a dificuldade de acesso para a captura dos filhotes foi devido ao fato de que os ninhos foram construídos em vegetação de mangue com caules muito finos e a altura variando de 8 a 10 m, impossibilitando a subida nas árvores pelos membros da equipe. Sugerimos que esta estratégia utilizada por E. ruber, pode ter sido provocada pela grande perturbação que ocorre na colônia durante o período reprodutivo. Portanto, a extração de sangue para analise de DNA será realizada na próxima estação reprodutiva. Os dados de E. ruber da Ilha do Caju foram comparados com os dados já conhecidos da Ilha do Cajual. (Martinez e Rodrigues 1999).